Zé Neca veterinária

JESUS o bom pastor

Publicado em: 01 de setembro de 2020 às 09h09
Identidade Presbiteriana

(Artigo publicado pelo Jornal CCO impresso em 22/08/2020) - Edição 2065

Pastor Presbiteriano - Éder Henrique

As últimas horas de Jesus Cristo naquela terrível noite, antes de ser traído, maltratado, torturado e crucificado, foram absurdamente terríveis e sombrias. Em um curto período de tempo, o mundo dos onze discípulos iria desmoronar. O bom pastor Jesus, por quem eles haviam abandonado tudo, estava de partida. Seu amado Mestre, a quem eles haviam amado mais que a própria vida, aquele por quem eles tinham desejado morrer, os estava deixando. De fato, o princípio das dores já tinha começado.  As implicações de tudo quanto Jesus tinha dito aos discípulos deve ter chocado suas mentes e estavam indiscutivelmente atordoados, perplexos, confusos e cheios de ansiedade (João 14). Ele disse: "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim" (Jo 14.1). Neste versículo, Jesus nos ensina lições extremamente importantes, a primeira delas está no fato de JESUS SER O VERDADEIRO CONSOLADOR. Se realmente confiarmos em Jesus Cristo, com que temos de nos preocupar? A base do consolo é a fé simples e confiante. Se estivermos descontentes, preocupados, ansiosos, confusos, a razão disso é que não confiamos em Jesus Cristo como deveríamos. Os discípulos estavam tão perturbados porque tinham começado a olhar para seus problemas e não pareciam ser capazes de depositar a sua confiança em Jesus. Assim nesse verso Jesus os lembra da importância de confiar n'Ele. Neste momento, o Bom Pastor agonizava algumas horas antes de enfrentar a cruz, mas, possuía forças para confortar suas ovelhas que estariam dispersas e abandonadas.

Apesar do terrível e insuportável sofrimento do Senhor Jesus Cristo, que agonizava algumas horas antes de enfrentar a cruz, ele possuía forças para confortar seus discípulos. Em João 14.1 temos a certeza de confiança na presença de Jesus, quando ele disse: "Creiam em Deus, creiam também em mim", ou seja, podemos crer em Deus, mesmo que não possamos vê-lo e precisamos crer em Jesus porque ele nunca nos abandona e sempre devemos continuar crendo, apesar de nossa fraqueza. Com essas palavras Jesus reforçava seus ensinamentos através de uma ideia, "a fé não pode diminuir por causa de sua ausência física". Jesus continuaria presente com seus discípulos, mesmo com sua morte. Jesus queria que os discípulos entendessem que embora ele os estivesse deixando-os fisicamente, sua presença estaria com eles espiritualmente. De fato, Jesus estava de partida, mas por meio de Cristo, eles sempre teriam acesso a Deus e isso não mudaria. Todos vivemos em conflitos, desapontamentos e dores, porém, qualquer que sejam os problemas, as dificuldades, ou o nível de ansiedade que tivermos, devemos lembrar-nos que o Senhor Jesus Cristo está sempre por perto. Ele intercede por nós e está à disposição de todos cristãos em qualquer lugar e hora (Rm 8.34). Além da reafirmação da sua constante presença, Jesus prometeu aos discípulos que ia preparar um lugar de habilitação eterna com Deus (João 14.2). Lembrando que Jesus é o Deus EMANUEL, que significa Deus conosco e sempre presente.

Identidade Presbiteriana por Igreja Presbiteriana do Brasil em Arcos

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