| Publicada em: 13/06/2012 por Do G1 Triângulo Mineiro às 14:35:53
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Médicos paralisam atividades e realizam reunião em Uberlândia, MG
Servidores federais paralisaram em protesto contra uma medida provisória. Em Uberlândia, a paralisação ocorreu no dia 24 de maio.
Fotos: Reprodução/TV Integração
Nesta terça-feira (12), médicos federais de vários estados do país paralisaram as atividades em protesto contra uma medida provisória sobre a remuneração e a jornada de trabalho dos profissionais de saúde. Em Minas Gerais, de acordo com o Sindicato dos Médicos do Estado, a paralisação não será feita. Na segunda-feira (11), em Belo Horizonte, os médicos fizeram uma mobilização em frente ao Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e os atendimentos eletivos foram suspensos das 7h às 19h na capital. Em Uberlândia, a paralisação ocorreu no dia 24 de maio.
Cerca de 50 pessoas se reuniram, nesta terça-feira, no campus Umuarama da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) com o comando local de greve do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições Federais de Ensino Superior de Uberlândia (Sintet UFU). A reunião dos médicos que fazem parte da categoria de técnicos administrativos serviu para expressar a revolta com a medida provisória 568, que seria votada hoje pelo Congresso Nacional, mas foi adiada para a quarta-feira (13).
De acordo com a medida provisória, os médicos que atualmente fazem jornada de 20h semanais no serviço público, ao ingressar na carreira, tenham que cumprir 40h semanais e receber o mesmo valor. A categoria alega que a medida representa uma redução de 50% na remuneração.
De acordo com o representante do comando local de greve, Silnando Silvério Ferreira, a reunião durou cerca de duas horas. Foi colocada em pauta a questão salarial, condições de trabalho e valorização dos médicos por parte do governo. Ainda segundo ele, a categoria sinaliza paralisação até que o governo retire a medida provisória 568.
De acordo com Federação Nacional dos Médicos, é preciso uma revisão da medida que dobra a jornada de trabalho dos profissionais, sem acréscimo de vencimentos, reduz os salários em até 50% e fixa os valores pagos por insalubridade e periculosidade.
Fonte informação: www.g1.com.br
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