Mérito Empresarial

Consequência da paralisação dos caminhoneiros: aulas estão suspensas nesta semana

Publicada em: 29 de maio de 2018 às 11h10
Arcos
Educação

Por determinação da Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais, as aulas nas escolas estaduais estão suspensas nesta semana e as escolas estarão fechadas, em virtude das consequências da paralisação dos caminhoneiros.

Ontem, dia 28, o CCO conversou a diretora da escola “Vila Boa Vista”, em Arcos, Ivone Alves Rodrigues. Ela explicou que professores de Iguatama, Formiga e de Belo Horizonte lecionam nessa unidade de ensino e que não conseguem vir para Arcos por falta de combustível. Outra justificativa é a suspensão do transporte escolar, afinal, muitos alunos moram na zona rural e em bairros distantes. Também está faltando gás de cozinha, o que impede o preparo da merenda. Portanto, segundo a diretora, não se trata de uma paralisação dos professores, como aconteceu na quarta-feira passada, mas sim, da impossibilidade de trabalharem, ocasionada pela greve dos caminhoneiros. Ontem a escola ainda estava aberta. A direção e alguns secretários estavam trabalhando, à disposição para prestar informações e esclarecimentos aos pais e alunos. Hoje, dia 29, Dona Ivone Rodrigues informou ao CCO que receberam a determinação da Secretaria de Educação e as escolas estarão fechadas.

Na escola estadual “Yolanda Jovino Vaz”, fomos informados, na manhã de ontem (28), que os responsáveis pela direção não estavam na escola. Não conseguimos mais informações.

Nas escolas estaduais “Maricota Pinto” , “Berenice de Magalhães Pinto” e CESEC, as várias ligações não foram atendidas.

Na Secretaria Municipal de Educação em Arcos, o CCO foi informado, ontem (28), que as aulas estariam suspensas nesta terça (29) e quarta-feira (30) e deverão retornar quando terminar a greve, lembrando que quinta-feira (31) é feriado de Corpus Christi. A justificativa também é a paralisação dos caminhoneiros, uma vez que as unidades estão desabastecidas de merenda e gás de cozinha. Outro problema é que alguns professores são de outras cidades e não conseguem vir para Arcos em virtude da falta de combustíveis.