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Consultora Marlúcia fala sobre a importância de se autoconhecer e descobrir seu estilo

Publicada em: 18 de novembro de 2020 às 15h55
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(Matéria publicada pelo Jornal CCO impresso em 13/11/2020) - Edição 2077

A Consultoria de Imagem, embora não seja uma profissão nova, tem se tornado mais conhecida atualmente, devido às várias mudanças que ocorreram no estilo de vida da sociedade. Com a frequência de acesso às redes sociais, as pessoas têm aprendido mais sobre a importância de se autoconhecerem e descobrirem seu próprio estilo. Também estão preocupadas em transmitir a mensagem correta para outras pessoas, já que a imagem é uma ferramenta profissional importante.

Para abordar essa temática relacionada a estilo e imagem e explicar sobre a importância desse trabalho, que tem transformado a vida de muitos homens e mulheres, o Jornal CCO entrevistou a consultora de imagem Marlúcia Alves. Ela é advogada e há um ano começou a trabalhar prestando serviço de consultoria de imagem. Desde então, tem feito sucesso nas redes sociais ao postar vídeos e fotos falando sobre imagem, análise de cores e sobre o processo da consultoria. “A consultoria de imagem é um conjunto de ferramentas para aprimorar o estilo e a identidade de cada um. A consultoria trará ao cliente métodos de comunicação como o modo de se vestir e de se apresentar, trará autoconfiança e congruência na sua imagem”, explica.

Ela diz que a imagem é uma linguagem comunicativa que vai até 70% da primeira impressão, influenciando o julgamento do outro quanto ao nosso grau de personalidade, ocupação, afinidade social e outros recursos de comunicação. Com isso, na consultoria é analisada a imagem e o estilo de cada pessoa e isso proporciona vários benefícios, como: confiabilidade, credibilidade, conexão, identidade, autoconfiança e autoestima elevada.

 

 

“Não é apenas sobre roupas, e sim, sobre personalidade, identidade e necessidade” – Marlúcia Alves

Na consultoria, os serviços podem ser desde a análise de cores e estilo à construção de identidade profissional e pessoal. “No encontro com o cliente, on-line ou presencial, é feita a análise de cores, que consiste em neutralizar a pele da cliente e encima dessa neutralização coloca-se as cores. É nesse momento que entendemos qual as cores que ela deve usar para ressaltar sua beleza natural”, explicou.

“Depois disso é a construção de imagem e estilo, onde primeiro é feito um levantamento de dados sobre sua imagem atual, imagem desejada e imagem necessária, sobre dificuldades, limitações e expectativas. São analisadas as características físicas, a silhueta, as proporções, os traços, as melhores cores, o efeito visual para looks, a avaliação dos hábitos de vida e de consumo. Assim é desenvolvida uma identidade visual. Não é apenas sobre roupas, e sim, sobre personalidade, identidade e necessidade”, salienta.

Na consultoria são utilizadas ferramentas para descobrir o contraste de pele, a intensidade, luminosidade e temperatura das cores e até as melhores cores de cabelo, segundo a cartela encontrada. Também pode ser trabalhada a identidade da pessoa juntamente com à necessidade de se adequar ao seu local de trabalho. Ou seja, se a pessoa é descontraída ou sensual, a imagem dela será trabalhada para apresentar mais credibilidade no local de trabalho, sem mudar sua identidade. “Pode ser trabalhado dentro da identidade dela a credibilidade e formalidade que a ocupação pede. Se for aberta às mudanças e adequações, funcionará bem, deixando claro que a transformação vem de cada um. A pessoa que é mais sensual, extrovertida ou até meiga demais terá seu look montado com credibilidade, força e o que mais ela precisar, sem deixar de ser ela mesma”, comentou.

 

 

É possível investir na imagem sem gastar muito dinheiro?

Segundo Marlúcia, sim. Por meio do guarda-roupa de cada pessoa, é possível descobrir seu estilo e criar sua identidade, pois o guarda-roupa todo vai se comunicar com a pessoa. “Já atendi clientes que não investiram, e sim, fizeram ‘compras’ no próprio guarda-roupa. Cada estilo pede suas peças-chaves, uma pessoa urbana não gostará de um vestido clássico. Uma pessoa sensual pode não usar um vestido plissado, uma esportiva pode não precisar de um scarpin, um homem clássico não usará uma calça slin e assim vão os estilos”, disse.

Ao final da entrevista perguntamos a Marlúcia se as afirmações a seguir condizem com a realidade: ‘O preto emagrece e o branco engorda’, ‘Não se pode vestir estampas diferentes’ ou ‘Baixinha não pode vestir roupa longa’. Ela explicou que hoje essas frases não são mais usadas, porque cada um tem um desejo de imagem, um gosto e uma necessidade. Devido a isso, é estudada a percepção visual de cada um, uma autoavaliação para conhecer melhor cada ponto. “Podem ser usadas estampas diferentes desde que estejam na harmonia cromática e no estilo do cliente. Baixinhas podem usar longos. As cores mais claras trazem luz e, se colocadas onde você não quer ressaltar, podem chamar mais atenção, mas, ao mesmo tempo, podem equilibrar visualmente se usadas corretamente. [...] Já vi pessoas mais cheinhas usarem saias plissadas com t-shirt e ficou lindo”, finalizou.

Se você quer saber mais, siga Marlúcia no Instagram: @marluciaalves e no Facebook: Marlucia Alves.