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Quando você era criança, o que queria ser no futuro?

Publicada em: 18 de outubro de 2017 às 08h27
Arcos
Quando você era criança, o que queria ser no futuro?

Drª. Juliana Amaral de Mendonça Vieira – Promotora de Justiça em Arcos

(Matéria publicada pelo Jornaç CCO impresso em 14/10/2017) - Edição 1918

Em homenagem ao Dia das Crianças, comemorado na última quinta-feira, 12, o Jornal CCO solicitou às autoridades de Arcos – no Judiciário, Executivo, Legislativo e na Polícia Militar – que respondessem às perguntas: Quando você era criança, o que queria ser no futuro? Qual foi a motivação para a escolha da sua profissão atualmente? A equipe do CCO agradece a todos por participarem da reportagem. Veja as respostas.

 

A juíza queria ser jornalista

“Quando criança pensava em ser jornalista, trabalhar na imprensa escrita, pois sempre tive facilidade e prazer na leitura e na escrita. Optei por seguir a carreira da Magistratura por atender meus gostos pessoais de constante leitura, escrita e permanente estudo e, ainda, por me possibilitar a distribuição de justiça e a aplicação da lei na comunidade em que vivo” – Drª Marina de Alcântara Sena – Juíza de Direito do TJMG, titular da 2ª Vara da Comarca de Arcos desde fevereiro/2014 e em substituição na 1ª Vara da mesma Comarca desde outubro/2016.

 

A promotora queria ser veterinária

"Quando era criança, por adorar animais, queria ser veterinária. Depois percebi que tinha muito medo de sangue e que, na verdade, gostava mais de matérias ligadas à área de humanas. Assim, escolhi o Ministério Público pelo fato de ter inúmeras atribuições, podendo lidar com o meio ambiente e com a infância e juventude” –  Drª. Juliana Amaral de Mendonça Vieira – Promotora de Justiça em Arcos

 

O prefeito queria ser engenheiro elétrico

“Desde minha infância já manifestava o desejo de ser um líder, e mesmo na escola eu já coordenava as principais atividades. Estudei por muitos anos na escola Vila Boa Vista e por lá eu cuidava dos ensaios da fanfarra, afinava instrumentos e fazia parte de todos os projetos da escola. Naquela época, não passava pela minha cabeça ser um político. Meu desejo quando crescesse era de trabalhar em uma grande empresa e ser engenheiro elétrico. Na adolescência comecei a entender a política, e a partir daí veio a vontade de ser um homem público e pensar em um dia ser vereador, prefeito, deputado. A minha motivação [para ser político] foi quando percebi que pessoas boas tinham que se envolver na política; eu confiava que a política tinha jeito e eu poderia colaborar muito, sendo um homem público. A partir desse momento, eu acreditei na Política com P maiúsculo e vi que as coisas poderiam ser melhores” – Denilson Teixeira - Prefeito

 

O vice-prefeito queria ser padre

“Quando criança já desejei servir as forças armadas, mas meu maior desejo mesmo era ser padre. Cheguei a ir para o seminário, mas permaneci pouco tempo, achei um pouco limitante. Descobri que mesmo sem ser padre, eu poderia servir a Deus e à comunidade. Voltei do seminário e decidi cursar Comunicação Social, curso que optei devido à oportunidade momentânea e também por conta da minha facilidade em comunicar. Motivação para a escolha da vida política – Na vida política eu decidi entrar por entender que eu era um grande líder, tinha oportunidade de me eleger e eu poderia contribuir muito mais com minha cidade. Hoje me realizo também como professor, profissão que descobri ainda cursando jornalismo. Amo ensinar, provocando a reflexão, principalmente o senso crítico dos alunos. Termino até dezembro minha licenciatura em Filosofia e meu mestrado em Administração. Acredito que o profissional da atualidade precisa ser sabedor de muitos conhecimentos” – Halph Carvalho – vice-prefeito

 

O presidente da Câmara queria ser engenheiro agrônomo ou médico veterinário

“Quando criança, acalentava o sonho de me tornar engenheiro agrônomo ou médico veterinário. O amor à terra, o fascínio pela natureza, bem como a tudo aquilo ligado às minhas raízes sempre me acompanharam ao longo da vida. Até hoje me considero um apaixonado pela vida no campo, ou seja, cultivo hábitos simples e adoro estar em meio à rotina rural. As múltiplas janelas e possibilidades que a graduação em Direito me proporcionam foram a motivação para o ingresso na política.  O gosto e o zelo para com as causas públicas, a percepção de justiça social e o sentimento de buscar o bem comum sempre permearam meus horizontes e me fizeram crer que vida só tem sentido se ofertarmos  o máximo e o melhor  de nós” – Marcelo Estevam – Vereador/Presidente da Câmara

 

O comandante da PM sempre quis ser policial

“Quando eu era criança, sempre admirava os desfiles militares. A cadência nos movimentos e o fardamento impecável, padronizando os uniformes das Forças Armadas e das Polícias Militares dos estados do Brasil, eram coisas que me enchiam os olhos. Além disso, o ofício de servir e proteger a população me atraía, despertando um sentimento de heroísmo e utilidade. Por vários anos servi à Aeronáutica e também fui bombeiro militar. Ingressei Na PMMG em 2005 e sou muito realizado com minha profissão. A principal motivação passou pelo sentimento de poder ajudar outras pessoas. No que tange à escolha da Corporação para se fazer isso, optei pela carreira militar porque sempre fui adepto do respeito à hierarquia e à disciplina” – César Henrique Bittencourt da Cunha, policial militar, Primeiro Tenente – comandante da PM em Arcos